Arte das Pessoas Comuns
O pintor italiano, Caravaggio, do século 16, recebeu críticas severas nos seus dias por escolher e pintar personagens da Bíblia como pessoas comuns. Os seus críticos refletiram um tempo no qual somente membros da realiza e da aristocracia eram consideradas apropriadas para a "imortalidade" da arte. Sua tela contratada de S. Mateus e o Anjo ofenderam de tal maneira os líderes da igreja, que teve de ser refeita. Eles não podiam aceitar ver Mateus com os traços físicos de um trabalhador do dia-a-dia.Conforme um biógrafo, o que os pais da igreja não compreenderam foi que "Caravaggio, ao elevar esta figura humilde, estava copiando a Cristo, pois ele próprio havia chamado Mateus da rua".
Caravaggio estava certo com relação às pessoas da Bíblia. O próprio Jejus cresceu na casa de um trabalhador. Quando chegou o momento de começar seu ministério público, foi anunciado por um homem marcado pela dureza e rigor do deserto, conhecido como João Batista. Os discípulos de Jesus foram pescadores e pessoas comuns.
Jejus viveu, amou e morreu também pelas pessoas ricas. Mas ao tornar-se amigo daqueles possessos por demônios, leprosos, pescadores e até mesmo dos desprezados coletores de impostos, o Mestre de Nazaré mostrou que ninguém é demasiado pobre, pecador ou insignificante para ser seu amigo.
Pensamento:
Jesus quer que você seja o seu amigo.
Autor: Martin R. De Haan
Nosso Andar Diário (Outubro/2008)
Leitura Bíblica:
Mateus 4:18-25
Versículo para decorar:
Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento.
Lucas 5:32
Mais mensagens do Nosso Andar Diário




Nenhum comentário:
Postar um comentário